Perda por processo: quando o paciente queria agendar mas o sistema não estava pronto
Em gestão de serviços, existe um conceito chamado 'perda por processo' — quando o cliente tinha intenção de compra, mas falhas no processo impediram a conversão.
No atendimento de clínicas, esse fenômeno é mais comum do que a maioria dos gestores percebe.
O paciente que não agendou frequentemente não desistiu por falta de interesse ou por decisão racional de que o preço estava alto ou o momento não era o certo. Ele desistiu porque o caminho até o agendamento tinha fricção suficiente para que a intenção esfriasse.
A mensagem ficou sem resposta por horas. A informação sobre valores e convênios foi confusa. O processo de agendamento exigiu passos desnecessários. Nenhum desses problemas é intencional — são resultados de um sistema que não foi desenhado para converter.
O custo dessa perda é duplo: direto (o agendamento que não aconteceu) e indireto (o paciente que buscou outra clínica e potencialmente indicou a experiência positiva que teve lá).
Atendimento automático atua diretamente na eliminação dessa fricção. Resposta imediata. Informações estruturadas e claras. Fluxo desenhado para levar o paciente ao agendamento com o menor número possível de obstáculos.
A intenção do paciente é responsabilidade dele. O caminho até o agendamento é responsabilidade sua.
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